segunda-feira, 2 de abril de 2007

À brisa
À noite
À sombra
Ao misterioso
Ao ritual
Ao desejo
Ao intangível
Aos poetas
Às mulheres
Às cartas de amor
Aos que amam sem serem amados
Ao olhar descuidado
Ao caminhar descalço
Ao corpo despido
Aos amantes
À magia
À lágrima imprevista
À vontade reprimida
Ao desespero
À solidão
À magia
À fé*
Aos sentidos
Ao desconhecido
Ao inexplicável
Ao impressionável
Ao maravilhoso
Ao único
Ao insubstituível

À nós

E para tudo aquilo mais que pode fazer parte do todo mas não pode ser medido nem entendido. São todos estes, dos descritos e dos implícitos, que a Lua rege quando entrega-se ao desejo dos que vêem além de um satélite.

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